terça-feira, 26 de julho de 2011

Renascer é preciso!



Já não me era sem tempo, voltar a comunicar algo. Volto para trazer-lhes a mensagem de que morri e renasci centenas de milhares de vezes. Fui acometido e soterrado por avalanches de idéias, muitas das quais me perturbaram ao ponto de deixarem-me em total estado de espanto.
Pois bem, a vida é assim mesmo, e todos os dias e segundos, nos chegam novos desafios. Cabe-nos decidir o que, quando e como vamos resolvê-los. Seja internalizando, vivenciando, aprendendo, ignorando ou deslocando. Assim, sinto-me mais uma vez seduzido a pensar na teoria do absoluto, e de forma alguma quero trazer frases prontas, e nem lançar repetições insensatas à massa. Quero pensadores andando em sintonia ao universo!

A complexidade do ser humano é intangível, e tenho certeza que hoje não há como aproximar-se deste em linhas teóricas extremamente satisfatórias. A consciência humana é um passo ilimitado de possibilidades que não consigo mais compreender a realidade sem um incontável número de varáveis para a condução de um sistema de desenvolvimento, seja ele qual for.
Deste modo, não posso deixar de discriminar o valor de cada segmento da existência como ela se apresenta. Mas, sem perder de vista o pensamento de que, sem integrar as partes ao todo e compreender o funcionamento, e o propósito deste, jamais avançar-se-á uma vírgula sequer na existência individual.
Somos um microcosmo repleto de informações, sentidos e significados contidos no macrocosmo e vice versa, bem como as estruturas de base e analogias que nos podem ser traçadas. Uma construção digna de reflexão ininterrupta que ultrapasse os limites do que o tempo representa ou os símbolos contém. Assim sendo, cada vez mais inquestionável a proximidade de um novo salto na evolução.
Portanto, esteja atento aos sinais do seu mundo e as tendências ao seu redor, ou, seja superado por máquinas!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

HINO DO PARANÁ - Lindo!!! Amo ser Paranaense!


Entre os astros do Cruzeiro,
És o mais belo a fulgir
Paraná! Serás luzeiro!
Avante! Para o porvir!


I



O teu fulgor de mocidade,
Terra! Tem brilhos de alvorada
Rumores de felicidade!
Canções e flores pela estrada.



II



Outrora apenas panorama
De campos ermos e florestas
Vibra agora a tua fama
Pelos clarins das grandes festas!


III



A glória... A glória... Santuário!
Que o povo aspire e que idolatre-a
E brilharás com brilho vário,
Estrela rútila da Pátria!



IV



Pela vitória do mais forte,
Lutar! Lutar! Chegada é a hora.
Para o Zenith! Eis o teu norte!
Terra! Já vem rompendo a aurora

domingo, 19 de junho de 2011

Sintetize! Simplifique! Saia das Sombras!


Pensei que estaria “aproveitando” ao máximo as vitaminas, sais minerais, gorduras e calorias em várias frutas. Descasquei mamão, maçã, laranja, carambola, kiwi, pêssego, uvas do tipo Itália e, isso levou um bom tempo. Realmente acreditei que estaria extraindo o mais puro substrato necessário a fim de evitar que me empanturrasse de tanto material orgânico produzindo um suco “completo”.

Pois bem, coloquei todas as frutas em um processador e em pouquíssimos segundos um caldo escuro e de odor agradável ali estava, esperando para nutrir meu organismo e expectativas, tal qual um cientista louco, feliz por sua descoberta! Porém o caldo era pouco, visto o volume que todas as frutas “in natura” apresentavam-se aos meus olhos... Não nego minha decepção ao ver o quanto de “bagaço” ficou na centrifuga, inegável se eu dissesse ou pensasse: “Separei o joio do trigo”, mas não pensei. Sei que nutricionistas e macrobióticos de plantão dirão que nas sementes e cascas estão concentradas as maiores porções de nutrientes... Mas, e porque então não podemos invocar a fórmula do absoluto?

A questão que levanto é simples, meu corpo e cérebro precisam de uma demanda “X” de energia e outros nutrientes para “otimizar” ou mesmo manter um funcionamento mínimo, e a simples atividade de preparo de ingestão, o ato em si, e o após, representaram um sentimento de decepção. Tentei sintetizar da menor e mais simples forma possível o que precisaria para minhas atividades intelectuais e físicas. Mas o processo todo não me pareceu satisfatório. O “caldo” estava delicioso, porém, imagino que pouco nutritivo se comparado com o dispêndio de energia do processo todo, não valeu a pena.

Assim é com as fórmulas dos processos na nossa vida como um todo. A iniciação, o durante e o depois. O que realmente importa nesta construção dos objetivos e como chegar a eles não só podem como devem ser tão prazerosos quanto o final. Desta forma, convido-os a pensar...

Por que despender tanta energia com atos ineficazes, infelizes, vazios, repetitivos e sem finalidade?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Estrelas da Morte!



E tem também a história sobre misticismo e crenças desconexas. Gosto de pensar sobre os enigmas e mistérios que pairam sobre a natureza humana. Há milênios nossos ancestrais tinham medo de raios, trovões, tempestades, e todo tipo de fenômenos que não podiam compreender. Como explicar os saltos na evolução e quem são os escolhidos? Que tipo de fobias existiam a milhares de anos atrás? A quem recorriam? Achavam que o sol era um Deus e a Lua outro... Hoje sabemos que um é uma estrela e outro um satélite... Antigamente as paixões eram associadas às visceras e atualmente sabemos sobre o efeito somático das emoções e seus resultados fisiológicos no corpo. Este e muitos outros mitos e crenças são justificadas pela inexistência de conhecimento.
Desta forma, os convido a pensar na evolução das crenças humanas e o que vem sustentando a existência humana, novamente invocando a necessidade de um porto seguro para a construção de uma vida estável e previsível. Não que isto seja ruim, mas quantos de todos os seres estão realmente dispostos a arcar com o peso do próximo passo na evolução humana? E lançar-se rumo ao desconhecido, desbravando novos caminhos e lidar com as incertezas e dúvidas inerentes à responsabilidade por produzir uma nova realidade?
É cômodo reproduzir o que já é conhecido e permanecer em uma zona de equilíbrio disfuncional, em que as situações não vão bem, mas pelo medo da mudança, paralisam e deixam de viver novos momentos. Difícil mesmo é projetar-se, construir-se e planejar-se. O que não explicam nas escolas e nem nas conversas que se têm com os “outros”, é que o único segredo que todos querem saber, e que ninguém pode falar, e que, ainda sim, esperam escutar e serem ensinados, está dentro de si. Assim, cultuando e esperando qualquer sinal que os tire da tristeza e do sofrimento, os seres humanos em geral tendem a cultuar e adorar alguns ícones, símbolos, objetos, idéias etc., que os tirem do estado de letargia.
A evolução humana começa com a mudança de hoje!
Portanto, “seja a mudança que você quer ver no mundo.” *Mahatma Ghandi.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Abra seus olhos para um novo dia!


A vida é assim mesmo. Do jeito que você quiser que ela seja. São sempre as suas construções de real adaptando-se constantemente às outras alheias e incontroláveis vontades e desejos veladas presentes no mundo. Não é porque não conseguimos enxergar micróbios, bactérias, vírus e outras tantas coisas que eles não existem. Baixei muito o nível, eu compreendo, mas tem uma justificativa plausível. Tentar explicar através de misticismos e manobras de energia e despendê-la direcionando esforços ao desconhecido é simplesmente inacreditável. Quanto mais estudo o ser humano, mais acredito nas ciências exatas. Abra seus olhos!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Born this way...


Born this way...

Inicialmente, eu gostaria de traduzir este título, mas penso que perderia o peso e o significado, então, vou escrever o que me parece.

Eu nasci assim, e, para este caminho.

Não acredito em fatalismos ou coincidências, e sim em sutis e finas escolhas além da nossa consciência que nos levam a caminhos nos quais estamos, e, com as pessoas que nos cercam e as situações que nos foram criadas e criamos.

Pois bem, para quem já acompanha meu trabalho, costumo mencionar a fragilidade da existência humana. Desta forma, penso que para amenizar isso, nós (seres humanos) em toda nossa história, buscamos fora (de nossos corpos), qualquer coisa que nos diga que não estamos e não somos sós. Mas segundo Freud e a teoria das pulsões, porque não aceitar que o perigo não mora ao lado, mas dentro de si, e ser amigo deste suposto “estranho”.

Então, já não estamos mais tão sós.

São tantas amarras e torniquetes que imobilizaram o pensamento e a ação humana ao longo dos séculos que igualmente levariam outros tantos se somados, e chegariam a milênios para um possível avanço em massa. Coisas que um artista, um político, ou quem quer que seja desbrava ecoando sentimentos duais na cabeça de cada indivíduo que se identifica com a bandeira. Seja repetindo a frase, gesto ou apenas aprovando, algum tipo de energia está em “ato”, sendo realizada.

Você também está neste caminho! Seja sincero!

No entanto, o tempo para construir um novo “ente”, obrigatoriamente passa pelos estímulos de quem cria um “ato”. Não há como fugir da construção de um sujeito produzido pelo meio, diretor das suas supostas “escolhas”. Muito me admira que haja pessoas querendo mostrar as mensagens subliminares se a grande maioria não entende o que é objetivo.

Este sujeito do dia a dia está fadado a ser consumido, se engana quem pensa que está no controle, neste momento, pare e olhe ao redor de onde você está, quantas e quão diferentes marcas encontrará? E as suas marcas quais são? Voltando às pulsões, porque aniquilar por completo uma, se poderiam trabalhar em parceria?

Seja quem você nasceu pra ser, e aproveite o melhor de cada lado seu! 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Até que ponto sua verdade não é uma mentira?

Não me conformo com o modo e velocidade com a qual as coisas funcionam para mim e ao meu redor. Para apoiar meu raciocínio invoco as palavras de Simone de Beuvoir: “Me custa a crer que o que é óbvio para mim não é para os outros.” Pois bem, desta forma, irei rememorar e compartilhar um pouco da minha história pessoal.

Quando eu fiz o curso de Filosofia, eu me desesperava achando que as pessoas que buscaram esta graduação queriam descobrir todas “as verdades” do mundo! Mentira. Alguns queriam nível superior, outros o “estatus quo” de ser chamado de filósofo, outro, pensar junto, e, alguns ainda, re-pensar. Mas enfim, minha “luta” estava apenas iniciando-se.

Quando decidi cursar Psicologia, tive a mesma “vontade”, eu mais parecia o homem da vela propagando insanidades (vide Nietzsche). Não sei o que mudou, entre alguns tantos e ao redor e embaixo, todos que não querem ver verdades. Mas foi aí que descobri o imensurável poder do silêncio. Quer passar por sábio? Fique quieto. Outro dia estava discutindo sobre a idiotice e a ecolalia... tudo bem? Bem... Você se considera um bom funcionário? Bom funcionário... Você é ousado! Ousado...

Me perturba e envergonha o contexto “idiotizante” em que nossa sociedade vem sendo inserida. A metáfora “MATRIX” nunca me pareceu tão sensata.

Que inveja dos loucos, eles sim, vivem o “real”, amam sua loucura e gozam, e nós neuróticos correndo atrás para colocá-los na “fôrma”, aliás, como lamento pensar que não há como se livrar das formas e rótulos. Adequar o sofrimento. Mas tudo bem, isso é necessário, e, como aprendi com um paciente (esquizofrênico), “...é preciso um ponto comum e de apoio para a realidade das pessoas estar interseccionada”.  Fantástico, e depois rechaçamos nossos “loucos”.

“Cansei de brincar... cansei de ser bonito... cansei de ser inteligente... cansei de ser legal... canse de ser...”

Acredito piamente no dia em que o ser humano irá ser “matematizado”, e nas operações que estão além da nossa compreensão, e por falta de instrumentos e tecnologia para tanto, não podem os fazê-lo, independente de subjetividade ou seja lá o que for.

Não existe mais nada além disso.

É tudo mentira. Eu não acredito nessa farsa!

“Quero uma verdade que me valha menti-la!” Autor: Jefferson Santi